Nunca te vi, nem sei se algum dia te irei ver. As peças, no tabuleiro, ganham vida própria e segue cada uma o seu caminho, sem qualquer garantia de alguma vez encontrar alguma das outras. Deixo estas linhas caso nos desencontremos. Quero dizer que te amo; escape da carburação interior. O amor que me queima deve ser confessado. Amo-te!, para não explodir. Sei também que me amas e por isso somos livres para continuar o caminho. Penso em ti quando acordo. Rebolo para o outro lado e o tecido aconchega-me o corpo. E sinto-me feliz por saber que tu também és. Crio-te para que estejas presente. Recomponho-me, sigo em frente e continuo a viver o caminho que escolhi.
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A mostrar mensagens de outubro, 2008
Solstício
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Como pude eu deixar passar que no dia 21 de Junho plantei um carvalho?! Cavei um buraco com uma enxada e as cruzes queixaram-se durante três dias e cinco horas. Depois retirei o carvalho do vaso e soltei-lhe as raízes com as minhas mãos. Acomodei-o na terra e reguei-o muito. No fim pus-lhe um nome. Chamei-lhe Bugalhó.